A Empregada Doméstica


Quando abordei pela primeira vez esse tema no Cyber Amélia, há cinco anos, percebi que o assunto rendia muito como rende até hoje. Se estiver com pressa cumadi passa mais tarde porque ainda tem pano pra manga.
Encontrar essa profissional nos dias atuais, além de luxo para poucos ainda continua sendo uma tarefa difícil.
Tive várias delas na minha vida e por coincidência ou não anos mais tarde fui chamada para dar cursos e treinamento para empregadas domésticas, arrumadeiras, copeiras dentre outros, para que pudessem aprender desde apresentação e higiene pessoal, redução de desperdício, armazenamento etc.


Hoje existe na minha vida a Rosangela que já trabalhou na minha casa em épocas em que eu nem sempre podia estar muito presente. Mas ela estava lá, cuidando de um monte de coisas, olhando e participando da educação dos meus filhos adolescentes; suporte inestimável (impagável) na minha vida.
Atualmente ela é nossa gerente da “pousadinha” construímos uma casa para ela no local onde mora com a família. - Ela tem a chave de tudo, cuida dos outros empregados, faz pagamentos, distribui tarefas, sabe onde está tudo, como conserta quem tem que chamar, faz as compras, cuida das contas. Em suma: ela é pessoa da mais absoluta confiança.

Mas não começou assim sabendo de tudo não. Quando eu a conheci ela apareceu para a primeira entrevista acompanhada do marido e ficou há uns dez passos atrás dele, tinha saído da roça e mal sabia falar.
Só fiz uma pergunta para ela: Você tem vontade de aprender? (eu estava precisando e disposta) ela respondeu de pronto: - “muito. É o que mais quero nessa vida”.
Aprendeu tudo e mais um pouco. Concluiu o ensino fundamental e médio, mais tarde fez mais cursos no SENAC e nunca mais parou de estudar.
Quando recém casada com um filho pequeno e dura, cheguei a trabalhar em até dois empregos.Os tempos eram difíceis e eu e meu companheiro tínhamos que ralar dia e noite. Aquela coisa brava mesmo começando a vida, pulando de emprego em emprego, às vezes arriscando em projetos e negócios próprios, tentando não ser um assalariado maldito pro resto da vida.Então, nessa de precisar passar a maior parte do tempo na rua feito mulas a cria ficava nas mãos de Deus. E o que Deus me deu? As domésticas!

E é sobre elas que vou falar e devo dizer caros leitores que as maiores e mais incríveis figuras que já conheci na vida limpavam o meu banheiro.
São bem verdade que umas eram descontroladas, outras engraçadas, outras extremamente puritanas, ou ainda teen-agers (de espírito), mas todas maravilhosas. Uma boa forma de analisar a humanidade é ter várias domésticas por perto. Mas uma de cada vez senão você é quem morre doido.

A Lia era uma dessas criaturas que Deus me mandou e trabalhou em casa quando eu era bem novinha, nessa época já tinha tido meu segundo filho.
Mas houve um episódio muito marcante e totalmente inesperado.

Meu filho mais velho era um verdadeiro capetinha e a coitada foi trabalhar numa casa onde dentre várias tarefas tinha que cuidar de um capeta.
A lembrança que marcou foi que um dia chegando do escritório encontrei a Lia trancafiada no banheiro chorando e soluçando e do lado de fora estava meu filhinho batendo na porta pedindo desculpas pra ela, tipo: “Lia, por favor, não conta pro minha mãe! Desculpa! Desculpa!
"Sério, o que uma criança de CINCO anos poderia ter feito pra desesperar e desmontar uma mulher feita?
Na hora que vi a cena pensei comigo; tai a pessoa mais descontrolada que eu já conheci.

O causo é que a coitada estava grávida e não sabia quem era o pai. Para complicar ainda mais já tinha uma filha pequena (que não podia cuidar) e que estava sob os cuidados da mãe no interior de Minas Gerais.
Apesar de na hora que soube da gravidez achar que meu mundo tinha caído (já tinha minha família  filhos pequenos e uma moça grávida e desesperada morando na minha casa) consegui dar um final feliz àquela história e tudo acabou bem no final. Ficamos juntas por mais de sete anos.
Tenho saudades dela até hoje.

Depois veio a Marinalva ela era pernambucana, gordinha, baixinha e simpática. Não sabia fazer quase nada direito, mas era esperta. A típica gordinha legal que vive rindo sempre com aquela camisetinha suja de água sanitária. Depois de alguns meses na minha casa confessou que não entendia nada de serviço doméstico e que anteriormente tinha sido era motorista de táxi -Pasmei!!
No final da sua estada conosco ela aprendeu o serviço e até nos surpreendeu.
Despedimos-nos entre abraços e beijos e lágrimas quando fui embora do estado. Ficamos amigas óbvio.

No Rio conheci a típica trabalhadora carioca da zona norte, tão bem retratada em nossas novelas chamava-se Salomé.
Era bonitona andava sempre arrumadinha com calça jeans apertada (Gang) e regatinha justinha. Era cheia de histórias sobre a comunidade em que morava, histórias sobre a escola de samba que desfilava, contava como era o tráfico no morro e até sobre corpos estirados pelo meio do caminho que era obrigada a passar para chegar ao ponto de ônibus.
Ela adorava a escola de samba e não perdia um ensaio. Uma vez ela me emprestou um cd dela pra eu gravar, na hora achei que ia odiar. Esquecemos do tal cd e acabei dando balão na coitada, tô com o cd até hoje. Ô malvadeza!

Ainda no Rio de Janeiro, conheci a Nilza carioca de Niterói, alta e magra, de poucos sorrisos e muito calada (o que eu aprecio).
Assim que comecei a entrevista-la e já me animando por finalmente ter conseguido alguém que considerava ideal para aquele momento, combinando os detalhes da contratação ela lançou um olhar de desprezo para a minha cadelinha Tuca (que eu amava de paixão) a qual passou o tempo todo no meu colo durante a entrevista e disse: - "Quero avisar que eu não levo cachorrinho pra passear não”, com aquela cara de quem não gosta de bicho.
Aquilo me desconcertou completamente. A Tuquinha era a alegria da nossa casa, era tratada como se fosse um ursinho de pelúcia, quem tem esses bichinhos dengosos sabe do que eu estou falando.
Respirei fundo agi como se não ouvisse o comentário e contratei assim mesmo.
Duas semanas depois ela e a Tuca se tornaram amigas inseparáveis.
Adivinhem para aonde a adorada Tuquinha ficava hospedada quando a família ia viajar? Na casa da Nilza. E como não bastasse ainda colocava o pobre gato da Nilza pra correr. Ficou conosco 4 anos.
Levei um bom tempo para entender a complexidade desse universo sobre a vida de um trabalhador doméstico.
Essas pessoas não têm praticamente nenhuma outra chance de emprego na vida se não for ocupando esta posição.
Precisam trabalhar muito cedo para ajudar suas próprias famílias e nessa trajetória frequentam a escola (quando frequentam  durante um curto espaço de tempo e depois a abandonam porque precisam trabalhar e criar os seus próprios filhos.

Como ir à escola se é preciso estar no trabalho durante todo o dia?
No retorno às suas próprias casas têm a outra jornada do cuidar de seus maridos, companheiros ou namorados, da casa, dos filhos, enfim. Resta pouco tempo para pensarem em si próprios e serem felizes.


As oportunidades são poucas; as escolas públicas dilapidadas; os professores mal remunerados, escolas sujas e sem segurança. Isso sem falar na total falta de quem lhes assegure saúde e um pouco de lazer.
O poder público está pouco interessado nisso. Assim vamos perpetuando um círculo vicioso que incentiva a manutenção desse cotidiano dos empregados domésticos sem outra chance de crescer na vida.

Por mim posso dizer que se hoje eu posso exercer as minhas atividades profissionais, estudar ou produzir minhas artes, escrever minhas colunas, viajar a trabalho com certa freqüência, é porque eu tenho uma “Rosangela” na minha retaguarda dando o suporte necessário para que eu possa ocupar o meu espaço público.

Penso que em um país como o nosso com tantos problemas básicos ainda por resolver, nós que ocupamos melhores posições, que temos nossas profissões e carreiras temos o dever de ajudar e incentivar essas pessoas que trabalham ou poderão vir a trabalhar para nós em nossas casas, permitindo que tenhamos nossa carreira enquanto elas silenciosamente, domesticamente, respeitosamente, cuidam de nós.

Se quiserem  em outro post passo para vocês as minhas dicas de como contratar e como orientar seus funcionários domésticos.
Abaixo deixo um link bem legal e atualizado sobre o que diz a lei dos direitos e deveres do trabalhador doméstico.
http://www.domesticalegal.com.br/diarista.asp

28 comentários:

  1. oi Ivone

    Amei tua postagem, nunca tive empregadas porque sou dona de casa , mas já tive algumas faxineiras e cada uma é uma pessoa completamente diferente da outra e tenho muito respeito por essas mulheres que trabalham e se esforçam tanto...
    Sou daqueleas pessoas que não gostam de mandar ou chamar atenção. O ideal é ensinar como queremos uma vez e que a pessoa aprenda ou se esforce.

    bjus
    ana maria

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  2. oi Ivone

    Amei tua postagem, nunca tive empregadas porque sou dona de casa , mas já tive algumas faxineiras e cada uma é uma pessoa completamente diferente da outra e tenho muito respeito por essas mulheres que trabalham e se esforçam tanto...
    Sou daqueleas pessoas que não gostam de mandar ou chamar atenção. O ideal é ensinar como queremos uma vez e que a pessoa aprenda ou se esforce.

    bjus
    ana maria

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  3. Ivone,eu tenho um anjo da guarda comigo ha 14 anos acredita !?!Ela me ajuda bastante ,leva até minha mãe ao médico qdo não posso ir .é minha funcionária e minha amiga

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  4. Eu não tenho empregadas, mas já tive quando os filhos eram pequenos, confessoq eu não gosto de pessoas na minha casa mexendo ans minhas coisas, mas tive uma empregada que era praticamente da familia, nela eu confiava tudo, depois dela não tive mais nenhuma, como viajei a trabalho, quando cheguei meu marido falou que me admira muito pq nesses dias ele não parou um minuto enquanto estava em casa, é bom as pessoas verem que este é um trabalho e que a dona de casa não fica em casa sem fazer nada, muito pelo contrario se não tiver uma boa dona de casa ou empregada a casa não funciona, bjs

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  5. Ivone vc sempre arrasando na prosa.
    Pois é, assim como a Andrea, ja tive varios "anjos" também,mas hj minha realidade é outra,vivo num lugar onde Empregada Doméstica é de fato um item de luxo,a começar pelo nome, na Holanda, pais onde morei muitos anos se chama"interieur verzorgen" essa pessoa ganha por hora o que a maioria dos profissionais ganham.
    Na Italia onde resido atualmente se chama " Donna della Pulizia" que ao pé da letra seria a Senhora da limpeza e que tbem ganha por hr o mesmo que um funcionario de uma fabrica ou vendedora de uma loja por ex. Pelo que vc descreveu as coisas estao mudando tbem por ai o que ja era tempo afinal esse trabalho é tao importante como todos os outros.

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  6. Ah, Yvone! Nunca convivi com uma empregada doméstica, e para falar a verdade prefiro que não precise acontecer, porque gosto de eu mesma cuidar das minhas coisas. Venho conseguindo até então, quando estava trabalhando fora eu administrava muito bem o que precisava ser feito. Agora que estou apenas trabalhando em casa, essa necessidade não existe.

    Mas o “não” querer deve-se apenas ao fato de eu gostar de privacidade por aqui. Gosto assim. Entretanto, admiro quem tem um empregado desses por perto e faz dessa relação algo saudável, bom para ambas as partes. Assim, como você faz. :D

    Foi muito legal ler sua experiência, totalmente positiva, com as empregadas domésticas. :)

    Beijos

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  7. menina.... eu NÃO quero ter empregada de jeitoooooooo nenhum!!
    uma diarista.... e olhe lá!!!
    bjosssssss
    boa semana!!

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  8. Yvone, tem um mimo para você no Bicha, viu? ;)
    Beijos

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  9. nossa menina, eu li tudo sim, estou com paciência hoje, e se bem que quando escrevo , tb escrevooo!
    que histórias lindas de vida vc contou aqui, vc não tinha uma empregada, voce as fazia gente", e isto as mudava, e é maravilhoso ler isto, diante deste mundo que vemos muitos pisarem nos que são pouco privilegiados! minha mãe sempre tinha empregadas, e se tornavam nossas amigas, ate hoje elas falam com minha mãe, elas agradecem minha mãe por te-las ensinado higiene, crochê, educação...
    isto prá mim é dignidade e carater e cresci vendo isto, e prá mim não tem outra maneira de se tratar as pessoas "humildes"- aliás me dou melhor com elas!
    parabéns! voce é uma ótima pessoa!
    bjs

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  10. Ah Yvone...nós e nossos anjos da guarda.
    Minha mãe trabalhava fora e eu precisava ficar com empregadas.
    Algumas delas:
    Dilma - minha mãe negra. Largou nossa casa assim que casou e nasceu Carlinha ( que eu sempre odiei, onde já seviu, ocupar meu lugar?) e depois Moisés. Lindo.
    Dilma hoje olha por todos de outra esfera. Mas é minha segunda mãe.
    Ceni - gordinha e usava as calcinhas da minha mãe e odiava me fazer mingau.
    Ana 1 - uma maluca (mesmo) que quase botou fogo na casa, ao queimar um tapete com ferro elétrico. Tenho uma foto com ela, num aniversário em que ela fez as honras.
    Ana 2 - loira, bonita e namorava o lixeiro. Foi embora porque me batia. (por que será, heim? rsss)
    Dona Maria - quase uma morta-viva. Magra, magra e adorava um café preto. Arghh!
    Braulina - coitada. Eu a fiz desmaiar de preocupação. É que eu sumia com um primo meu ( capeeeta) e ia caçar girinos pelas valetas da vida (e sobrevivi gente!).
    Eu tive as minhas e nenhuma, NENHUMA, saiu de minha casa, sem levar consigo "souveniers".
    Oremos para que Ceiça seja diferente.
    ( não sei se é fé na humanidade ou se é necessidade mesmo)

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  11. Olá!
    Que bacana sua postagem!
    Também como a Ana, sou dona de casa, mas já tive empregada.
    Realmente são pessoas fantásticas que adotam nossa família sacrificando a própria família, para manter o sustento da mesma.
    Já vi em outros blogs comentários tão perjorativos que nem vale a pena citar.
    Sei que existem pessoas que não honram seu trabalho, mas não podemos generalizar.
    Vou lembra-me sempre de voce e de sua Rosangela nas minhas orações.
    Um beijo grande.

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  12. Olá querida,li tudo atentamente e amei,mas adoraria outro post falando sobre contratação e como orientar as empregadas domésticas, eu sou um zero a esquerda nessas hrs, p/ falar a verdade ando sem paciência com elas, não gosto de falar muitas vezes a mesma coisa,ao invés de corrigir vou lá e faço p/ ver se a pessoa se toca, mas as coisas não são bem assim não é, aqui em casa tds acham que sou louca, ja faz uns 3 anos que estou sozinha, prefiro assim, adoro ficar sozinha fazendo minhas coisas,ja tive meus anjos sim e tenho saudade deles, mas nos dias de hj vamos combinar que eles estão cada vez mais escassos.
    Um bj gde,
    lena

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  13. Yvone

    Em resposta ao que comentou no Bicha, quero que saiba que fico muito contente de você ter gostado do selo. Sei que muita gente na blogosfera não gosta deles, mas eu acho que são uma excelente oportunidade de a gente fazer homenagens, e no repasse citar blogs com os quais se identifica e ainda dizer o porquê. É assim que os encaro. Não os repasso só por fazê-lo, como numa obrigação. Por isso saiba que tudo o que digo ao rapassá-lo, fiz do coração mesmo.

    Beijos e sucesso sempre. Você merece e seu blog é bom demais. Tem conteúdo relevante e acrescenta sim, e muito! :)

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  14. Oi Ivone...
    Li todo seu texto e veio numa hora providencial! Estou c problemas c minha doméstica q não faz nada direito em casa, mas é uma boa pessoa. Estou num dilema! Mando embora ou não? Minhas roupas estão encardindo e minha casa esta suja e ainda chega tarde!!! Mas tenho dó... Vc teria algum "manual" p orientar domésticas? meu e-mai: vargas_virginia@hotmail.com
    Um beijo, Virginia

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  15. Nós somos privilegiadas. Temos a Tonha que até hoje dá suporte , em nossa casa no interior. Sabe e conhce cada cantoi de nossa casa.
    E aqui em Bh tem a Valéria, que é uma mistura de irmã e tia. Muito amiga.
    E mamae teve diversas quando eramos crianças.
    Mas a Tonha está conosco a 45 anos.
    Com carinho Monica

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  16. Santinha,
    Muito bom, mas muito bom, mesmo seu post.
    Eu acho que o tempo das empregadas domésticas exemplares, e com vontade de aprender, já está meio no passado. Mesmo porque, hoje, as mulheres ficam muito tempo no trabalho fora de casa, e não podem ensinar suas auxiliares. ou, então, não sabem como ensinar. Por isso que esses cursos a que você se referiu são importantíssimos.
    Passe as dicas para suas leitora.
    Beijos.

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  17. Oi Yvone!
    Sempre tive diarista em casa - na casa da minha mãe e na minha tbm.
    Depois que mudei pra São Bernardo e virei meio dona de casa, meio artesã em casa mesmo, não tive mais nenhuma diarista e hoje sei o trabalhão que dá pra manter uma casa nos trilhos, na linha tênue que existe entre o caos e o habitável nas semanas mais corridas em que a faxina vai ficando meio de lado devido os compromissos que temos. Só por Deus pra aguentar tudo!
    Hoje daria tupo por alguém de confiança pra colocar dentro de casa e cuidar das nossas coisinhas e das bebês de 4 patas com o mesmo carinho que eu mesma cuido...
    Bjks! ;)

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  18. Olá,

    Passnado pra dar uma espiadinha e deixar um abração.
    Bom começo de semana pra vc linda, até mais!
    Bjo

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  19. oi Santinha

    Vim agradecer o recadinho carinhoso pelo meu aniversário!!!

    bjus querida
    ana maria

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  20. oi minha santinha!
    vim aqui te pedir help!estou participando de uma promo-e agora descubro que estou empatada- então se vc quiser votar em mim- ´entrar no meu blog - tem um post da guirlanda"tive muito prazer em fazer" é só clicar no link da Luci e comentar-só é válido um comentário por pessoa-é sóescrever
    12 - guirlanda
    artesã - Lúcia
    brigadão

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  21. Ivone adorei esse post querida, como sempre mto bem escrito!
    Eu depois que casei não tive nenhum, mas eu tenho a faxineira do escritório que daria um belo post, com certeza.
    Bjss

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  22. Pois é, só tenho uma declaracao a fazer, eu tambem tive uma Graca na minha vida que cuidou da minha familia inteira, criou minhas filhas, um espetaculo de pessoa, agora mora em Curitiba, mas foi uma preciosidade na minha vida.Parabens por sua Rosangela, que Deus a conserve pra voce, se assim tiver que ser.
    Bjs

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  23. Ah, eu quero mais dicas sim porque estou há um tempão procurando uma faxineira e não acho. Ou pq não querem passar roupa, ou porque não fazem o que agente pede, ou pq não confio de deixar em casa o dia todo sozinha.
    Cruel...

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  24. Excelente post. Realista, bem escrito, divertido e até emocionante.
    Parabéns !!!
    Bj...Bj
    artemadeiraevida.blogspot.com

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  25. Gostei muito do post. Muito realista.

    Preciso ler sobre as domésticas, como lidar com elas e orientá-las, pois eu sou funcionária pública e meu marido empresário, minha carga-horária até que é tranquila e com muitos feriados prolongados, porém a educação que minha mãe me deu sempre foi de estudar e trabalhar e o pouco que sei de cuidados com a casa foi observando-a (mesmo que ela não quisesse). Graças a Deus sempre gostei de cozinhar e aprender é meu hobbie, sempre fui curiosa.

    O dilema é que me casei a menos de um ano, estou grávida de 6 meses, tive que trancar a faculdade por causa da gravidez e não tenho conseguido manter a organização da casa como gostaria.

    Antes de nos casar meu marido morou alguns meses sozinho no nosso apartamento, e a "secretária" da casa da mãe dele ia lá 2x na semana para arrumar tudo. Quando nos casamos dispensei a ajuda dela pois achei que daria conta nos finais de semana, mas não consegui.

    Agora semanalmente a "Tia Cléo" (amiga da família a anos, ex-doméstica da casa da minha cunhada) está me ajudando. No primeiro dia dela eu amei³ a faxina dela, porém ultimamente quando ela vai embora e eu chego do trabalho, fico "refazendo" ou "concertando" o serviço dela. E isso tem sido desgastante, afinal estou grávida e tenho ficado exausta, além das dores e por isso faço fisioterapia (fico com menos tempo ainda para instrui-la, e sendo semanalmente, pensei em adotar "bilhetinhos", só que tenho medo de abordar de forma ofenciva).

    Bom... Adorei o post, vou continuar lendo os demais e pesquisar mais um pouco no Google. Se tiver alguns links e textos que puderem me ajudar ficarei muito³ agradecida.

    Pollyanna

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  26. Este comentário foi removido pelo autor.

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  27. Agora com as novas regras é preciso fazer a folha de ponto da doméstica. Muito recomendado é o site www.lalabee.com.br
    Além de informações, faz cálculos e dá pra marcar o ponto do telefone de casa.

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