Ho’oponopono” - Sinto muito - Me perdoe - Eu te amo - Sou grato.

A palavra “ho’o” significa “causa” em havaiano, enquanto “ponopono” quer dizer “perfeição”. O termo “ho’oponopono” pode ser traduzido como: “corrigir um erro” ou “tornar certo”. A prática não requer muitos ensinamentos, mas é poderosa para purificar o próprio corpo e se livrar de memórias ou sentimentos ruins, que prendem a mente em uma sintonia negativa. O principal objetivo do ho’oponopono é buscar a cura desses problemas por meio do perdão. Não necessariamente o perdão dos outros, mas, principalmente, o de si mesmo.

Neste ultimo ano depois de ter me tornado praticante ativa de yoga, aprendi a respirar e a controlar um pouco mais a minha mente e pensamentos.E não por coincidência conheci o Ho'Oponopono. Coisas boas atraem coisas boas!
Mudei novamente de casa e de praia, ainda é claro dentro do estado de São Paulo - Santos-SP. A cidade de Santos, apesar de ter uma grande população e ser destaque na economia nacional, não possui um território muito extenso sendo facilmente percorrido. As praias não são maravilhosas, pois a areia é escura e compacta, mas é muito boa para caminhar ou andar de bicicleta e o jardim da orla que acompanha os seus 7 km é maravilhoso. Além de suas praias a cidade tem boa infra-estrutura, vida cultural intensa e dezenas de locais bacanas a ser descoberto. Estou aqui há apenas 3 meses e é pouco tempo para falar do lugar.

Outro acontecimento importante é que ganhei mais uma netinha a ISADORA. Com a primeira a Valentina já foi um exercício e tanto para a memória. Não lembrava os primeiros meses de vida dos meus filhos. Assim como no nascimento da Valentina, as lembranças de como dormiam meus filhos, como se vestiam, amamentavam, comiam, a que horas isso ou quantas horas aquilo, que música, que roupa...? Sempre me precipitam! Devo confessar que não me lembro muito das dificuldades, talvez devido ao fato de ser uma pessoa que esquece rapidamente do que não foi agradável e só quer lembrar o que foi bom.Entretanto, o nascimento de um neto nos obriga a olhar para trás com tudo que foi bom e ruim - Amor de pai e mãe é cheio de culpa. Não sabemos nunca se estamos certos, se estamos mimando demais ou abraçando de menos. Se estamos formando anjos ou monstrinhos. A insegurança nos acompanha por anos. Até que nossos filhos crescem e nos mostram onde erramos e onde acertamos. Mas nossos netos com certeza é oportunidade única de nossa redenção.
Ao praticar esta meditação percebo como se estivesse realizando uma limpeza nas minhas crenças e principalmente ficando mais próxima de minha essência.
Estou feliz e prometo voltar breve para dividir com vocês os poderes deste mantra que tem promovido verdadeiros milagres na minha vida.

Namastê!

Retratos pra Yayá

Retratos para lembrar que menos é mais em todas as fases de nossa vida.





Retratos para Yayá é um projeto fotográfico produzido entre 2012 e 2016, criado pelos fotógrafos e pais Sávio Freire e Irmina Walczak. O casal retratou a infância vivida pela filha, livre de consumo, televisão e tecnologia e próximo às pessoas queridas e à natureza. Tudo num quintal de uma casa logo ali em Brasília. Uma pérola!
O projeto fotográfico que o originou não é só relevante pelo seu conceito, mas também pela qualidade das imagens; expressivas, tocantes, honestas e corajosas. Cada fotografia é uma narrativa completa, e o seu conjunto parece nos levar a uma viagem para um local há muito esquecido.

A ideia certamente não é criar crianças totalmente out, mas protegê-los nessa primeira infância, pois é muito fácil cair nos excessos. Um dia ela vai ganhar seu computador, ter seu celular e acesso a jogos.
Felizmente, a sensibilidade de Irmina e Sávio, junto com a doçura de Yasmin, nos lembra de que no viver simples com as experiências mais cotidianas, ainda podemos ser livres.


Retratos de uma criança que habita em você.

Resgate a simplicidade

Tenho me perguntado com muita freqüência, se deveria escrever mais sobre desapego. Elaboro um texto com todas as variáveis que apliquei sobre essa caminhada até aqui e tudo que me lembrasse. O menos continuaria a tomar conta dos armários da cozinha, da sala e de pessoas. Tudo o que restaria seria fundamental. Um conceito que se definiria com base naquilo que eu considero essencial. Poderia escrever sobre isso, sem nenhum problema. Contar como há mais espaço à minha volta, falar sobre o que eu continuo dispensando e doando, sobre o que eliminei e apaguei, mas ando distraída.
Como posso escrever sobre as vantagens do desapego, quando os meus dias estão envoltos em conversas que não quero que acabem, experiências que me abrem mais horizontes e estados que me fazem ansiar por mais, e não por menos. Cheguei à conclusão que não o poderia mais fazer.
Por isso, sem mais, nem menos, faço deste texto uma espécie de nota de apresentação ao que está para vir.
Aos momentos que enchem os meus dias.
Aos recantos que me enchem de inspiração.
Ao conhecimento, à calma e à beleza.




 Muita gratidão!

Ser simples anda muito complicado

Nunca se ouviu falar tanto em minimalismo, vida simples, consumo mínimo, simplicidade voluntária como nos últimos tempos. Mas a simplicidade não é uma nova moda, já que até antes da revolução da comunicação e da informática a vida era muito simples mesmo.
Recentemente resolvi fazer parte de alguns sites e blogues que ao mesmo tempo em que trás conhecimento e informações valiosas sobre projetos incríveis e sustentáveis, são conceitualista demais para o meu gosto. Quando comecei nesta prática algumas expressões não existia, então: “Me diga o conceito de simplicidade voluntária? De Minimalismo? Qual é o conceito???? ESQUEÇA!!!! Pratique de você para você e ao contrário de um conceito, diversos entendimentos e sensações surgirão.

O objetivo, como os nomes dizem, é ter o mínimo, somente o que é realmente necessário, para ter uma vida mais simples, com menos preocupações e sem a pressão detestável da sociedade e dos meios de comunicação para que tenhamos o carro do ano, o celular blaster, a roupa mais fashion e por ai vai. Viver com simplicidade não é uma questão de adesão, mas sim o despertar da consciência já que é impossível existir sem interferir. A questão não é deixar de comprar, até porque não dá, afinal, precisamos comer, nos vestir, assim por diante. A questão é consumir conscientemente, e isso significa consumir menos. Pensar na real necessidade das coisas para a sua vida; ter menos objetos e posses, ser sustentável são coisas que não se aprende da noite para o dia. Por isso, minimalismo, vida simples, simplicidade voluntária são estilos de vida, modos de ser que você incorpora e acredita.
Muitas vezes perdemos tempos discutindo idéias, dogmas, enfim, enquadramentos. Mas para que? Para encontrar a nossa tribo? Para achar os nossos iguais? PARE!!!! ACEITE!!!! SIMPLIFIQUE!!!!

Na minha caminhada até aqui dia após dia descubro que é muito mais do que os hábitos de doar, de pensar antes de comprar ou de reduzir, reciclar e reutilizar. É ver a vida e o mundo com outros olhos. É viver de dentro pra fora, buscando ser melhor a cada dia, ajudar os outros, pensar nos outros, preservar o planeta, descobrir o que te faz bem e feliz, focar no ser e não no ter, dar mais valor às pessoas e menos aos objetos, se libertar dos excessos que nos prendem a uma vida de máscaras, aparências, status, pesos que não precisamos carregar. Com menos TUDO, estresse, preocupações, sobra mais espaço para ser feliz e aproveitar um presente que a vida nos dá todo dia: oportunidades. De amar, desenvolver-se, aprender, conhecer, compartilhar, buscar aquilo que vai te ensinar o sentido da palavra plenitude.
Desde que comecei e lá se vão anos de tentativas, de sucessos e de fracassos também percebi que o caminho da simplicidade é infinito, a cada passo mais um progresso e mais aprendizado.

Não sejamos rigorosos, toda a humanidade foi conduzida para o que está posto nesta matriz econômica, portanto cada um a sua maneira pode comemorar o seu ou o nosso avanço.

Eu escolhi publicar este assunto como o último deste ano junto com a proximidade do Natal para falar sobre viver com simplicidade, porque, comercialmente falando, o Natal é um dos símbolos do consumismo, prática totalmente contrária à do estilo de vida simples.
O Natal é uma das datas que mais tem apelo comercial, com aquela imagem tão propagada pelo comércio e pela mídia de pessoas trocando vários presentes perto da árvore natalina.
Então, neste Natal, que tal fazer diferente? Que tal repensar os hábitos de consumo e comportamento para uma vida mais simples? Desfazer-se dos excessos e dos desnecessários para um novo ano, recomeçar com novos hábitos, celebrar o que realmente importa na vida: a própria vida e nossos relacionamentos com quem amamos.

Eu desejo a você um Natal de muita luz, paz, união, amor e aquela sensação gostosa de compartilhar momentos felizes com quem amamos.
Que cada um dos existentes encontre a sua conduta sustentável

Inspiração marítima

Então, hoje passo por aqui deixando algumas imagens que tem me inspirado.

Pelos caminhos eu encontro soluções simples e encantadoras.
Bem vindo setembro.


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