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Potes de vidro na cozinha


Não sei vocês, mas eu adoro guardar alimentos em potes de vidro. Minhas avós e minha mãe guardavam os vidros dos produtos que acabavam para quando precisassem para congelar molhos, feijão, para distribuir sobras de farinha, cereais, café... Há no mercado uma infinidade de etiquetas charmosas, caneta permanente e outros recursos para deixar os vidros bonitos e práticos na hora de lavar. Por causa dessa mania ultimamente o quesito ‘vidro bacana’ tem sido levado em conta para escolher os produtos que compro no supermercado. Vejo o tamanho da embalagem, o formato, o tipo de tampa - faço as contas preço x qualidade e sempre acabo satisfeita. (Não é publi tá?!)
Estou procurando modelos de prateleiras que se adaptem ao espaço que tenho na cozinha para deixar alguns potes mais à mão, mas ainda não consegui arrumar e fotografar. Enquanto isso andei vasculhando umas idéias muito legais sobre mais usos para os potes de vidro para mostrar para vocês e quem sabe te inspirar!




Aproveitar potes de vidro para congelar alimentos não é novidade, mas fazer um pouquinho à mais da sua receita preferida e dar de presente para amigos que não tem tempo de cozinhar é um luxo não é não?


Olha que prático e seguro estas saladas no pote de vidro! Montada em camadas, ela fica bonita por dentro e por fora. Vi no site Panelinha devem ser ótimas para quem leva de casa comida para o trabalho. As receitas estão todas lá no blog da Rita.
Pode usar os ingredientes que quiser, mas precisa obedecer uma ordem por causa de conservação. Mais sensíveis por cima e mais duráveis embaixo. Vi aqui muitas receitas e dicas bem bacanas.
Outra sugestão que me chamou atenção foi à ideia de montar quiches individuais nos potes de vidro.
Neste link você encontra as dicas e três receitas deliciosas.

Para arrematar seu transporte - Lunch Bag da Pé de Pera. Um luxo!

Em momentos de crise só a imaginação é mais importante que o conhecimento. Albert Einstein
Linda semana a todos!

Idéias simples, uteis e sustentáveis


Recentemente encontrei um site gringo (aliás, que nada tinha a ver com nada) que acabou por me levar a conhecer o trabalho do designer Sasha AkkermannSascha produz a partir móveis velhos, pallets e materiais para a construção de novos produtos, peças incrivelmente simples, sustentáveis e cheias de bossa e estilo.

Vejam todas AQUI o site da loja, recheado de idéias sensacionais que acho que com um amigo marceneiro dá para tentar reproduzir alguma das peças.

Outra idéia que me inspirou bastante foi colchonete feito de travesseiros. Com alguns travesseiros, tecido e costura, é possível criar um colchonete super confortável e portátil que dá pra dobrar, levar em viagens, e esticar no chão a qualquer hora. Serve para os pequenos e para os grandes. Que gostoso! Deu até vontade de deitar um pouquinho...
A idéia é juntar 4 ou 5 travesseiros no mesmo tecido e fazer um colchonete. É como fazer 5 fronhas e costurar uma na outra e colocar os travesseiros ou enchimento dentro.
 

Um toque fashion para seu presentinho de páscoa
Que o coelhinho traga muito mais que ovos de chocolate. Que ele te traga muita saúde, amor, felicidade, compreensão e carinho. Feliz Páscoa!

Exercitando o desapego

Imagem We heart it

Nunca se falou tanto em desapego como nesta última década. Na internet, na TV e nas revistas somos bombardeados por dicas e exercícios para nos ajudar a não acumular coisas, lembrando-nos da importância em abrir espaço físico e mental para o novo; eu mesma já escrevi aqui no blog várias reflexões sobre esse assunto.
Eu nunca doei e joguei tanta coisa fora! Tenho passado os últimos três anos em pleno processo de destralhamento e ainda tenho muitas coisas que não uso tomando conta de alguns espaços. Joguei milhares de coisas fora (doei, reciclei, vendi algumas) e acreditava que só o essencial tinha permanecido. Poucas e boas coisas esse também era meu lema. 
Quanto à questão pessoal, em relação a atitudes e hábitos, pensava estar relativamente bem resolvida. Aham... Ledo engano mesmo.
Em meus exercícios diários na tentativa de simplificar a minha vida descobri que jogar coisas estragadas ou velhas e que não servem mais, é só a ponta do iceberg, e ainda é pouco. Difícil é abandonar aquelas coisas novas e impecáveis que você não usa mais. Sabe aquele faqueiro maravilhoso com trocentas peças que você não usa há dez anos? Ou aquele móvel clássico e lindo que simplesmente não combina mais com seu novo estilo de vida, mas que você insiste em carregá-lo de casa em casa? Por que guardar essas coisas?

A cada dia que passa nessa fase de desentulhar-me descubro também que esta tarefa é muito mais difícil do que eu pensava e não é a toa que esse tema tem rendido boas e importantes discussões – de Budistas a ambientalistas.
Semana passada comecei juntar forças para encarar de forma mais prática os objetos de maior valor. E ai descubro que ainda não estou pronta para me desfazer de todas as coisas, algumas estão lá porque me fazem sorrir cada vez que olho para elas. Tenho consciência de que a casa não ficou cheia de tralha da noite para o dia (algumas coisas foram acumuladas durante uma vida inteira), nem ficará vazia tão rapidamente. O processo de desapego é diário, fazendo um pouquinho ali, um pouquinho aqui

Não sofro também por ainda sentir um aperto no coração quando percebo que tenho de me desfazer de determinados objetos. Só não quero que esse sentimento tome conta de mim com coisas do dia a dia que não possuem mais utilidade nem qualquer significado, principalmente porque tenho percebido que muitas coisas mantinha somente pelo hábito. Na verdade, desapegar-se de coisas materiais significa reconhecer que tudo o que se faz nessa vida é temporário e nada do que se possui aqui poderá ser levado quando você se for.

Não sinto falta de nada que descartei, não preciso mais das coisas para construir minha identidade, o que provavelmente fosse bem verdade quando era mais jovem. Então posso perfeitamente abrir mão delas. Até agora tenho conseguido.

Desejo que você encontre sabedoria ao lidar com os objetos que tiver guardado e já aviso que não é fácil. Trata-se de um exercício diário e muito emblemático. Hoje, começo mais um dia e estou exercitando me desapegar definitivamente da preguiça de sair para caminhar. E você? Quer se desapegar do que?

Guarda roupas – Fashion é ser sustentável

Essa semana além da desintoxicação alimentar (ainda em andamento) resolvi aproveitar o espírito de renovação, para limpar também meu guarda roupas.
À medida que os anos vão passando meu guarda-roupa vai mudando. 
Depois que passei a engordar (segundo as mulheres) e ficar gostosa (segundo os homens), considerando minhas preferências sexuais, desconfio que acreditei demais na opinião deles e acho que me empolguei, fiquei gostosa demais, se é que vocês me entendem.
Atualmente, vestidos curtos e justos deram lugar a outros, mais soltos e compridos, que disfarçam as imperfeições.
Por outro lado, eu que aos vinte anos mal tinha coragem de usar uma blusa de alcinha por causa das saboneteiras, passei a gostar de decotes poderosos, sobreposições com peças transparentes, rendas.
Eu seria hipócrita se dissesse que não me preocupo com os quilos a mais, com a aparência da minha pele, com os cabelos brancos que eu não deixo aparecer de jeito nenhum. Mesmo porque, se não me preocupasse, eu nem estaria escrevendo sobre esse assunto.
Mas, acredito também que a auto-estima e a alegria de viver em alta contribuem muito mais com a beleza do que estar no peso ideal.

Numa rápida olhada, percebi que algumas roupas precisavam de reciclagem – Sabe aquelas peças mais caras que você adora, mas que por alguma razão andam meio encostadas; muito curto, muito comprido, pegando debaixo do braço, levemente apertado ou folgado demais? Então, que tal reciclar antes de descartar a roupa.

Além de aguçar a criatividade e ter um custo praticamente nulo, esta pequena reavaliação faz a gente se perguntar se realmente precisamos comprar tanta coisa nova o tempo todo.
Isso me faz pensar que a indústria da moda também ajuda e muito causar graves impactos não só no meio ambiente como na sociedade, a famigerada cultura do descartável.
Vejam como um olhar mais apurado pode renovar aquelas peças que você tanto ama.
Peças de tecidos mais nobres como seda e renda sempre vale à pena repaginar, ainda mais se estiverem largas, compridas ou curtas demais, ou mesmo ligeiramente apertadas ou simplesmente sem graça. Muitas vezes a gente compra uma roupa legal e encosta por alguma implicância.
Vejam o que podemos fazer com aquela camisa ou gravata do companheiro que ficou esquecida no armário.
Todas as imagens foram garimpadas no Pinterest, We Love It

Procure deixar seu guarda roupa com apenas as peças que são do tamanho certo para você. Assim você terá mais consciência do que fica bom ou não e de quanto quer mudar! Não adianta começar uma “limpeza” e deixar ali coisas que definitivamente você não vai mais usar. 
Que tal chamar aquela amiga do coração e doar algumas peças queridas do seu guarda roupas – Lembra do desapego?

Já comecei a reciclagem de algumas peças, como ainda não tenho uma máquina de costura mandei fazer as reforminhas fora.
E outras estão aqui separadinhas para doar para uma amiga que sei que vai curtir muito.
Beijos e uma ótima semana a todos.

"Mostre-me uma mulher que quer ser magra apenas por razões de saúde e eu lhe mostro um homem que lê Playboy apenas pelas entrevistas".
Ellen Goodman

Sonho contemporâneo de liberdade

Hoje em comemoração ao aniversário ao grande maestro e compositor Heitor Villa Lobos, trago a trilha sonora perfeita para algumas imagens que com certeza habitam a memória de muitos de nós. Como um passeio que permite curtir belas paisagens enquanto se percorre cidades tranquilas, naquele balanço gostoso, tudo casado no ritmo que Villa-Lobos traduziu tão bem em ‘Bachianas Brasileiras’.
O Trenzinho Caipira – Ouça um pouco e entre nessa viagem também.

Bem Viver num pequeno vagão
A casa do vagão antigo acima foi apresentada na ultima mostra Campinas Decor pelas arquitetas Karina Leme e Fernanda  Zarattini o desfio foi transformar um vagão de trem antigo num lar de 23 metros.

As duas conseguiram isso com muito sucesso - Veja tudo aqui.
Essa é a proposta do Boteco da Estação, assinado pelos arquitetos e designers de interiores, Ana Paula Barros e Maycon Flamarion, da 16ª edição da Campinas Decor - Fotos
Ateliê
Ando sonhando muito com liberdade e, morar num vagão desses bem seria oportunidade de poder mudar permanentemente a casa de lugar. Será que eu consigo?
Linda semana a todos
yvone


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