Amigos e amigas estou trabalhando bastante principalmente no meu pequeno jardim, espero brevemente dividir com vocês algumas das muitas idéias que tenho visto nesse imenso mundo virtual e que aos poucos vou conseguindo desenvolver.
Enquanto se constrói um jardim, reconstrói-se a alma.
Não estou com vontade de postar decoração de Natal, cardápios ou compras, detesto ser repetitiva.
O assunto aqui hoje é comida para a alma e a canja proclamada pelas avós como sopa da coragem, encabeça a lista das comidas que ultrapassam os limites da nutrição para mexer com as emoções e fazer bem ao espírito.
Como já contei aqui adoro sopa. Sempre achei que um bom caldo cura tudo, assim para um corpo cansado me propus a preparar uma revigorante canja crendo firmemente seria minha única salvação.
Como já contei aqui adoro sopa. Sempre achei que um bom caldo cura tudo, assim para um corpo cansado me propus a preparar uma revigorante canja crendo firmemente seria minha única salvação.
Cada um tem sua preferência, mas todas as receitas que eu conheço de canja guardam um ingrediente comum: elas evocam algo sejam lembranças de férias ou da casa da infância. Além disso, as receitas são simples quase sempre feitas a olho exigindo imaginação e amor no preparo. Já aviso logo; sem amor não fica boa de jeito nenhum.
Não tive dúvida comprei os legumes, descasquei com o maior cuidado e lá foram eles para a panela grande, porque com comida da alma não pode ter miséria é pra comer até o estômago dizer chega.
Desta vez, resolvi inventar e acrescentei quatro temperinhos que fizeram uma diferença absurda, além de ter ficado com um sabor m a r a v i l h o s o.
- Meia pimenta dedo de moça (cortada pelo comprimento sem as sementes)
- 3 cravos da índia (espetados na cebola inteira)
- meio limão espremido na água do cozimento da canja.
-3 batatas baroa conhecida também como mandioquinha.
-1 colher se sopa de azeite extra-virgem
- sal marinho a gosto.
Mais ou menos assim:
Coloque na panela de pressão um peito de frango inteiro com osso e a pele, uma cebola descascada com os três cravos espetados, salsinha e cebolinha com talos e sem cortar, a meia pimenta sem as sementes, dois dentes de alho, duas cenouras cortadas ao meio. Acrescente água suficiente, sal e uma rodela de limão.
Depois de tudo bem cozido reserve o peito do frango e bata com o mix o caldo com os ingredientes (que a essas alturas estão esbagaçados). Ao bater o caldo ganha textura e a cor da cenoura.
Volte o caldo para a panela, acrescente o arroz cru e a mandioquinha picada em pedaços pequenos, quase no final coloque um pouco do frango desfiado grosseiramente, regue com o azeite e decore com a salsa picadinha.
Ah, comida para a alma deve ser servida em tigela bonita, pois feiura não nutre e nem faz bem à alma.



