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Por uma vida mais simples

Há um ano nasceu o blog Casas Possíveis.
Relendo tudo até aqui  percebi que já falei tudo, ou quase.É claro que sempre há novidades tentadoras pipocando por toda a parte como uma receita nova, uma mesa diferente, um presente ou um enfeite inusitado. But , resolvi que vou continuar optando por comemorações de final de ano mais simples e íntimas. Que sejam praticas, fáceis, light e se possível mais baratas e originais.
O final do ano esta ai e quer você goste se envolva ou não, a agitação já esta no ar. Simplificar é o lema. Então, apenas relembrando deixo abaixo algumas dicas que encontrei em revistas com algumas adaptações tá?!
-não queira fafavô fazer suas compras no mês de dezembro se você não quiser se irritar e passar o final do ano totalmente estressado, esgotado e com raiva do “Papail Noel” que você guardava em tão alto estima.
-Planeje-se para ontem. Não adie a arrumação, limpeza e organização, transferindo a angústia para o próximo mês.
-vai aproveitar para viajar? Hum que delicia... Verifique como anda seu carro. Vai de ônibus, avião?... Já providenciou as passagens, já reservou hospedagem, seus documentos estão em ordem?
-Vai para a casa de alguém? Hum delicia heim?! Leve alguma coisa. Seja gentil!
Amigo oculto na empresa 
-Mesmo sendo uma festa de final do ano, não deixa de ser uma situação ligada ao trabalho. E você vai encontrar todas aquelas pessoas de novo no dia seguinte. Então lembre-se:
- Não leve nem peça para levar o marido, namorado ou parentes se o convite é só para você.
-Presente; Evite comprar coisas para uso pessoal a menos que você conheça muito bem a pessoa.
-Se você não gostou do seu presente (disfarça)nada de careta
-Evite falar de assuntos ligados ao trabalho.
-Não vá de chinelo e muito menos com roupa de festa. Ainda continua sendo local de trabalho.
- Não encha a cara, pois tudo o que disser 'de merda' será usado contra você.

Família
Família é algo complicado nascemos com uma e vamos morrer com ela. Não existe família perfeita a não ser nos comercias de margarina e olha lá. Em comemorações como o Natal, por exemplo, em que as famílias se juntam sempre vai ter aquela tia chata, ou uma prima desvirtuada, e até mesmo irmãos e pais  que em nada se parece com a gente. É quase inevitável rolar alguma situação desagradável quando pessoas de uma mesma família se reúne para comemorações desse porte. É fato.
Aprenda o mais rápido possível a se sair delas com elegância; A família agradece, o planeta agradece e até você vai agradecer.

Recebendo na sua casa
Gostar de fazer festa é uma pequena forma de arte. Organizar tudo, desde pensar no cardápio até arrumar as mesas e as flores para enfeitar a casa, é um enorme prazer que pode ser alimentado dia após dia (minha avó dizia que comer deveria ser obrigatoriamente, um momento comunitário).
Mas essa curtição se torna ainda maior quando existe um 'pretexto' para comemorar. Só convide as pessoas para sua casa se você realmente curtir receber, pois dá muito trabalho e o grosso da função fica sempre para os donos da casa.
Agora, com licença, chega de escrever sobre as dores e as delicias das festas, que estou indo encontrar umas amigas para comemorar. O motivo: depois a gente inventa .
Obrigada a todos pela visita!

Quando o convidado é você

Foi convidado para jantar na casa de outra pessoa? Para um drink? Um aniversário?Leve alguma coisa. Pode ser um vinho, uma caixa de bombom, um vasinho de flores, um mimo qualquer para a anfitriã. Mãos vazias jamais!
Alguém passou bastante tempo na cozinha preparando com muito carinho algo para você. Seja gentil!

Nos dias de hoje, esta cada vez mais impossível dar uma festa, ou mesmo um pequeno jantar sem passar por constrangimentos. A alegria de quem recebe é a satisfação de quem vem - Ou melhor, seria!


O problema já começa bem antes, na hora dos convites. “Ah obrigada, vamos sim!” Mas o meu namorado não come peixe, eu como de tudo, menos leite, você sabe tudo que contenham derivados também, queijinho nem pensar molho branco nem pensar. Estou feliz por você ter me convidado! Só tem uma coisa: É que eu não estou comendo massas e nem carne vermelha.

Ninguém merece pensar um menu bacanérrimo, planejar um jantar nos mínimos detalhes, para na hora de servir topar com a cara de ÉCA do convidado ou convidada que resolve naquele momento abrir sua lista de restrições alimentares. Vá para o inferno!

Somente se você tiver alguma restrição séria avise a anfitriã, ela vai te agradecer para o resto da vida (eu já passei por isso e sei do que estou falando). Não é preciso entrar em detalhes tipo aqueles pedacinhos de cebola que você não come tá? Agora se você começar a separar a comida no prato, a "pescar" os ingredientes, para mim, cometeu a maior gafe que poderia cometer enquanto convidado. Nota zero.

A única maneira de satisfazer a todos seria servir uma saladinha simples, filé de frango no vapor sem ervas ou especiarias e com pouco sal. Isso é uma festa?
Quando convido alguém, quero que diga que a comida está gostosa, a bebida uma delicia e que o encontro não poderia ser melhor. Quanta viagem!


Quando era criança a casa da minha avó, por exemplo, vivia cheia de amigos, ela oferecia almoços ou festas sem medo. Ninguém sentia culpa diante de um belo e gorduroso pernil de porco. Ninguém rejeitaria uma carne de caça, por exemplo, como se o almoço fosse um atentado ecológico. E quem não gostava fingia comer um pedacinho e quando a vovó virava a costa limpava o prato em algum lugar, num canto qualquer.

Hoje as pessoas fazem questão de ser sinceras, que mau gosto! Faço um estrogonofe aos quatros queijos e ouço: “Não como queijo”.
Lá vou eu quase entrando em desespero vasculhar a geladeira ou o congelador para arrumar algo para satisfazer meu convidado. Um dia saio do salto e respondo: - Então vá comer uma empadinha no bar da esquina fofa.


Pior do que isso é quem finge que está fazendo dieta. Ofereço uma massa e lá vem a reclamação, mas come até não aguentar mais. Trago a sobremesa e um alguém grita em alto e bom som que açúcar faz mal. Em seguida come dois pratos. E para piorar ainda tem gente faz cara triste para que eu me sinta culpada por estragar a sua dieta.

O tipo mais irritante que se pode convidar é o fiscal de barriga alheia. Seu objetivo principal é observar os quilos extras dos outros e comentá-lo no instante em que um dos convidados encheu o prato e está dando a primeira garfada. “Você come bem heim!” Pronto, acabou com a pessoa, todo mundo sente culpa por extensão. E o anfitrião só fica pensando em uma maneira de se livrar desse desagradável.

Por essas e por outras, hoje acho que o melhor da festa é o final dela quando sobram só algumas pessoas que parecem ter a haver com a gente. 
Conversam madrugada adentro e lá pelas tantas alguém sugere: “Vamos fazer uma boquinha?” todos se dirigem para a cozinha sem a menor cerimônia atrás do que sobrou.

Um pedacinho da sobremesa para terminar a noite, outro ataca a massa e cada um faz um prato diferente e todos comem ao sabor da madrugada.
Tudo um pouco morno ou frio mesmo, mas uma delicia em verdadeira reunião entre amigos.

Nessa hora me sinto bem e satisfeita e percebo que não importa as loucuras e etiquetas do comportamento moderno, receber ainda continua valendo a pena e é um grande barato!
Ah, fique atento a sinais de cansaço dos anfitriões, afinal eles passaram muito tempo preparando tudo e saiba à hora de retirar o time de campo.


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