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Primavera em casa

Cachepô de crochê by Zélia - ganhei de presente no meu último aniversário da mamãe, não é demais?!
Com a chegada da primavera tudo se renova. É tempo de nos abrirmos, de acreditarmos em novas possibilidades, de encantarmos com a beleza dos pequenos detalhes que passaram batidos nos dias cinza.
Em casa, basta abrir as janelas, os armários e deixar arejar. Lembre que para renovar temos que deixar ir o que já não serve. No mais, é se permitir a sentir a brisa, deixar o perfume das flores entrarem em nossas vidas e encantar a nossa alma.
Pular amarelinha pode ser mais fácil do que parece
É primavera uai!
Primavera na cozinha - Idéia bem criativa essa! Duas toalhas plásticas de mesa, diferentes, e com capricho e bom gosto virou essa toalha bem descolada. Encontrei o tutorial AQUI

Semana passada comecei a renovar plantas do jardim e remanejar alguns vasos, há espécies que não aguentam muito e de tempos em tempos planto novas mudas. Agora, já consegui improvisar um cantinho onde posso guardar vasinhos, e todo o material para ajudar com o jardim. É muito chato não ter um cantinho à mão para organizar plantas e vasos.
Ainda não terminei a arrumação, mas vou vir aqui mostrar os novos arranjos.

No inicio da primavera aproveitei também para organizar e remanejar os armários, lavando e guardando roupas de inverno... Percebi que não tinha mais nenhum biquíni decente e que o look de praia esta horrendo.
Dando uma olhada nas revistas e sites de moda mundo afora, percebi que é tendência forte os biquínis com as partes de baixo maiores e laterais mais largas. Uau! Prefeito para quem esta mais cheinha e que já passou dos 30 (só de praia) como eu.
Os novos biquínis têm nome tá, são conhecidos como Hot Pants - Marcaram presença nas passarelas de todo o mundo, apesar de a moda nunca ter pegado muito entre as brasileiras, encontrei na Salinas, na Cia Marítima e Poko pano modelos mais comportados e sofisticados em suas coleções. Vou atrás com certeza.

Outra novidade que me chamou a atenção foi a Melissa ter lançado a sacola de plástico que lembra a sacola que minha mãe e tias usavam para irem à feira.
Achei bem legal desenterrar a peça, mas não vejo nada de inovador nela. Usaria para ir à praia, acho super pratico já que dá para colocar bolsinhas menores dentro dela para proteger objetos pequenos. Só acho o preço extorsivo para um material tão barato – R$ 89,90 e têm 6 cores disponíveis, preta, amarela, laranja, rosa, branca e lilás.
R$ 9,70 na Plasutil
R$ 21,20 na Plasutil - Desculpe Melissa mas não resisti.

Para celebrar a estação mais florida do ano, fica a dica para quem não assistiu do GNT, o Superbonita mostrando alguns tratamentos à base de flores, para renovar a pele danificada pelo frio do inverno e prepará-la para o verão e mulheres que sabem tirar proveito dessas graças da natureza em favor da sua beleza.
Clique aqui para assistir ao vídeo, são apenas dois minutinhos de puro relax.


Agradeço sua visita, amizade, carinho, e a todos os comentários deixados aqui, que na medida do possível sempre tento retribuir.
Feliz Primavera para todos!

Viver com menos é possível

“Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu. A gente estancou de repente ou foi o mundo então que cresceu... A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar. Mas eis que chega a roda viva e carrega o destino pra lá...”
Procurando umas músicas pra baixar da internet pro meu Ipod, ouvi esse pedacinho da letra da música de Chico Buarque que ficou rodopiando na minha cabeça pro resto do dia.

Trabalhei bons anos com organização de casas e espaços comerciais. Essa foi parte das atividades que exerci e que para mim significa também tentar decifrar o porquê carregamos sempre tantas coisas conosco. Na casa, na bolsa, nos bolsos, no carro, no escritório...
Neste mesmo dia assistindo uma reprise daquele seriado LOST, fiquei sabendo, através de uma entrevista nos intervalos que uma das atrizes da série teve sua casa incendiada no começo daquele ano.
Perdera todas as fotos de infância; os diários, os primeiros móveis comprados com o dinheiro próprio, os glamorosos vestidos de gala e certamente, alguma carta de amor.
Quando perguntada sobre como estava se sentindo disse:- Pura.
E digo a vocês que sinceramente não me pareceu demagogia barata não. Ela tentava expressar ao repórter que depois da fase de sofrer muito, chorar e lamentar cada coisinha perdida entendeu que aquele fogo significou um ritual de libertação - Uma maneira de entender que os ciclos da vida se fecham e que tudo é transitório mesmo que a gente evite acreditar nisso.

Neste momento pensei imediatamente em quantas vezes eu mesma agi assim tentando reter um momento especifico da minha vida, uma situação, uma pessoa, e alguns objetos como o primeiro sapatinho da minha filha ou uma caixa cheia de passado.Tá certo, não é nada tão condenável assim é humano oras bolas e muitas vezes até doloroso
Você já parou para pensar nisso? 
Já olhou para o fundo das gavetas, no fundo dos armários onde guardamos as caixas com coisas que pensamos uma hora ou outra servir para alguma coisa, mas que na verdade nunca mais são olhadas e, quando são é apenas uma lágrima minúscula...
O que tinha lá? Por que estava lá?
O que é usado constantemente e nos faz feliz fica à mostra na estante, nas paredes, na sala, no sorriso, nos encontros.
A sensação de apego aos objetos, pessoas ou lugares é uma prisão que nós mesmos criamos onde entramos para sentir segurança.
Quem sabe não é o balanço, o vai e vem o mais forte alicerce que temos neste mundo?!.
Não estou dizendo que temos que viver solto sem lembranças ou raízes, mas é preciso encontrar uma medida, um ponto de equilíbrio entre o que foi e o que será. Porque definitivamente não podemos controlar a roda da vida.
Ainda bem né?


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