quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Idéias Refrescantes

Passar a virada do Ano Novo na praia já é tradição entre os brasileiros. E para essa ocasião nada melhor que roupas leves e um chineloooo super confortável.
A novidade é que as Havaianas não virão sozinhas, junto com elas, virão fitinhas com as mesmas mensagens da estampa da sandália - São 5 fitinhas com as palavras paz, amor, família, amizade e dinheiro que traduzem os desejos e sonhos para um ano melhor.
Modelo Slim com tiras finas e para o meninos a modelo o shape Top com tiras mais grossas, na cor branca para celebrar a paz - Não é um luxo??


Outra dica que gostaria de dar é algo que comprei e gostei, foi o sorvete de abacaxi e coco da Kibon. Nem sei há quanto tempo ele existe e nem me refiro ao Carte d’Or, mas a sorvete comum mesmo. A caixa vem com metade no sabor coco e metade, no sabor abacaxi.
Suuuuuuuper-cremoso e uns pedacinhos de abacaxi hummm... Enfim, custou pouco mais de 12 reais o pote de dois litros (acho que é um tiquinho mais caro, tinha uma promoção rolando por lá pelo supermercado). É delicioso! Recomendo!


Ideías refrescantes que dispensam receitas....
Saladinhas caprese
Hum esse arranjo com a melancia para enfeitar a mesa nas festas...que tal?


Desejo um final de semana refrescante a todos!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Por uma casa mais divertida

Impossível entrar e não sorrir!

Conforme prometi estou mostrando para vocês um pouco do antes e do depois da minha pequena obra. Hoje um pouquinho da cozinha.

Ainda não deu para instalar armários, prateleiras, cortinas... Mas aos poucos a casa vai ganhando um jeito, um estilo próprio... E vai ficando divertida e irreverente.



Consultando o espelho freqüentemente mais do que a Branca de Neve, agora até na cozinha
A geladeira estava a meio caminho da pintura... Mas o dinheiro acabou no meio...
Uma revista antiga com as divas do cinema agora enfeita provisóriamente e esconde a pintura gasta.



Ao lado uma pequena prateleira de aço que era do escritório (provisória até decidir o que vou fazer e quebra o galho). Abriga itens da cozinha para facilitar os pequenos lanchinhos – Ficam à vista e à mão próxima a mesa das refeições.
Refeições, reuniões de trabalho e de amigos são feitas na mesa da sala

Saíram das caixas os brinquedos que eram dos filhos. Tenho uma pena de me desfazer...É feliz tão gostoso olharpara eles.
Nem o vestidinho da caçula escapou - Virou capainha (de brincadeirinha né?) para o liquidificador
Foto do vestidinho na Disney...Ai que saudades!

Esse cobre bolo de crochê rosinha era da minha avó...
O lustre de cristal estava no hall, agora foi para a cozinha-sala-escritório
Luz para tomada U$ 1,00

Espero ter trazido alegria e um pouco de inspiração!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pra não dizer que não falei da flores


Não sei exatamente como foi que aconteceu, afinal não gosto de praticamente nada que seja feito de plástico (ou acrílico).

O fato é que tenho reparado que muitas das minhas amigas parecem ter coleções de Melissa. Não prestava atenção porque tinha trauma dessa sandália.


A última que eu comprei há muito tempo atrás quase arrancou a carne dos meus pés. Inesquecível!!!!

Além disso, sempre achei sandálias de plástico cafona. Ponto. Não vou entrar em questão de gosto pessoal não, é simplesmente uma dessas verdades universais.


Entretanto, anos atrás, não existia nada mais cafona nesse mundo do que Havaianas. Tenho uns seis pares. Uso as danadas para quase tudo e vou a qualquer lugar com elas numa boa.

Então eu acho que esse meu preconceito com sandálias de plástico um dia acaba. Mas talvez, isso só vingue com a Melissa e com as Havaianas. O resto continuo achando brega.


Seduce + 284, uma parceria da Melissa com a marca 284 da Daslu - R$ 90,00

Melissa em parceria com a estilista carioca Isabela Capeto, é um dos modelos mais românticos da coleção R$ 80,00
Outro dia, por acaso, vi que abriram uma loja do lado da minha casa. Pensei agora vou ter que entrar e ver isso direito – A loja é puro charme e cheira bem pra caramba! vi os novos modelos, experimentei...

Gente é uma coisa linda demais, tanto que quase esqueci que não gostava.
O modelo da coleção africana faz parte das comemorações de 30 anos da marca, e foi feito pro outono/inverno 2009. Um arraso!
Foi lançada em janeiro - mas que pra mim é como se tivesse sido hoje.
De coisas chatas, do apagão, stress pré-natalino ninguém precisa mais, certo? E essas sandalinhas alegraram minha semana.
A semana esta sendo super corrida e não tem sobrado tempo para postar.

A casinha esperando para acontecer, a filha se despedindo para mais uma temporada fora do país...
Ai... já tô com saudades...
Entre descobertas, arrumações e despedidas não podia deixar de mostrar o trabalho da mamãe - Clique nas fotos para aumentar e ver de perto a delicadeza.
Ela esta expondo suas “artes” esta semana no tradicional bazar de Natal promovido pela Igreja Santa Terezinha em Higienópolis – SP. Só até amanha, mas se você gostar de alguma coisinha vá até a galeria dela ta?! Aqui ó.
As lindas bandejas de colo abaixo também é trabalho de mais um "arteiro da familia" - Para ver mais modelos vá até o link

PS.: Ah, qual é, Santinha, dirão as leitoras mais novas.... Desde quando Melissa é brega.
Bom, eu continuo não gostando de sandálias de plástico.

Mas preciso admitir: Estou tentada a experimentar a Seduce + 284.
Ah, são vendidas no site e parceladas no cartão. Que tentação heim?!!!

Afinal, as meninas da moda disseram que Melissas são as novas Barbies, acho melhor ter uma por perto.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Aprendiz de Cozinheira

Minha primeira experiência culinária aconteceu por volta dos 10 anos, mamãe havia saído corri para a cozinha, cortei duas maças, uma banana nanica em pedacinhos e cobri com toddy e açúcar. Exibi a resultada à noite orgulhosíssima pouco antes do jantar.

Papai experimentou fazendo caretas enquanto o pó do toddy caia sobre o seu queixo. A receita tinha uma aparência horrorosa - Recebi uma ordem: - Não faça mais bagunça na cozinha! Nada estimulante para quem um dia poderia bem podia aprender e se interessar pelo assunto.


Devo reconhecer que a minha primeira tentativa deixou o piso coberto de açúcar e meus cabelos marrons de chocolate e fiz uma bagunça danada na cozinha. Consegui me conter por algum tempo.

Alguns anos depois eu me dediquei às omeletes. Ganhei de Natal um bonequinho “cook” invenção americana - o bonequinho tinha uma frigideirinha fixa à mão e jogava pro alto um ovo (de plástico) que caia na frigideira, era movido à pilha. Senti-me inspirada e lá fui eu para a cozinha tentar fazer as omeletes.


O momento de virá-las sempre era trágico freqüentemente se despedaçavam e nesse caso mudava o cardápio para ovos mexidos.


Na adolescência batia muito papo com a minha mãe na cozinha, enquanto ela preparava as coisas eu ia ajudando, fazia o tempero da salada, mexia algum cozido na panela, botava a mesa...

Foi assim que eu vi as coisas como elas são antes de virarem o que comemos, e foi nessa ocasião também que descobri o talento de mamãe para decorar os pratos. Ela não deixava nada ir para a mesa sem um enfeite que ela criava.

Mas, apesar de achar tudo bonito, naquele momento eu não sentia nenhuma vontade de me envolver – Estava em plena “aborrescência”.

Quando passei a trabalhar fora de casa (na adolescência) e chegava fora dos horários das refeições, para não comer comida fria comia ovo quase todo dia. Ou fritava dois ovos bem moles e misturava com arroz...Ah que delicia! Os médicos americanos ainda não haviam descoberto todos os malefícios da gema de ovo, e eu podia desfrutar a vontade!

Na verdade depois de algumas tentativas fracassadas na cozinha, nunca mais me interessei pelo assunto. Só pus a mão na massa mesmo quando virei mãe, mergulhei nas panelas e nos livros de receitas.



Em minhas primeiras incursões sofri muito. Minha Tia Marlene vivia me passando receitas. O problema é que nem sempre os livros ensinam tudo - Morria de desespero quando lia a frase “sal a gosto”.A mamãe vivia me aconselhando a não experimentar nenhuma receita nova quando viesse visita - Como saber se é bom sem uma cobaia? E apesar dos seus sábios conselhos confesso que uma vez paguei esse mico.

Ainda me lembro quando testei uma massa com molho apimentado de calabresa um prato que minha avó materna preparava tão bem - Aceita mais um pouco? – Nããããããooooo....- gemeu meu convidado, com o suor caindo pela testa e a voz igual a uma lixa. – Massss estáááá´...Uma deliciaaa....


Quando finalmente sentei à mesa para acompanhá-los e experimentei o molho, sugeri que levantássemos imediatamente e fomos para um restaurante ao lado da minha casa.


Escalei montanhas de queijo parmesão, nadei em rios de caldo de galinha, na maionese então é bom nem falar. Cheguei a lixar bolo para arrancar a parte queimada e depois disfarcei cobrindo com creme. Mas aprendi cozinhar e a gostar.


Durante muitos anos, por conta dos filhos pequenos sem poder manter uma empregada todos os dias, a vida girou praticamente em torno do fogão.

Nesta época também aprendi a costurar de memória lembrando os gestos da minha mãe, e vivi muitos momentos de uma felicidade básica, com poucas necessidades.
Cuidei dos meus filhos, da comida as primeiras orientações, coisa de mãe mesmo.
E vieram os tempos em que ir para a cozinha foi ficando raro. Passei a ter outras atividades fora de casa, voltei a estudar, a trabalhar fora de casa e fui ensinando pessoas que cozinhavam em nossa casa que captavam o meu estilo e passavam a cozinhar melhor do que eu. Sempre há uma troca.

Até que anos antes de me mudar para o mato, comecei aprofundar meus conhecimentos culinários e percebi melhor qual era de fato a melhor transformação que ocorria em mim.

Dentro de um cenário totalmente inspirador ia pra cozinha inventar coisas e experimentar novas receitas e aprender o tempo certo para trabalhar com um fogão à lenha que fiz questão de construir.


o contato com a água, o fogo, os alimentos na horta, o ritual do preparo é mágico mesmo... Notei também que em mim ocorreu uma mudança para melhor.

Relaxei, fiquei mais criativa, não tinha medo de experimentar combinações, inventar minhas receitas e experimentar a mistura de todas as ervas que foram propositalmente plantadas a cinco passos do meu fogão.

Não precisava mais da geladeira para conservá-las, era só pegar a quantidade que quisesse sempre fresquinho e perfumado.

Agora eu sei como era mágica a cozinha da minha avó! Da minha mãe! Das minhas tias!
Um dia quando vi meu filho na cozinha tentando fazer sozinho um macarrão com molho de pimenta, lembrei das minhas bananas com toddy da infância.

O macarrão estava intragável! Enquanto ele gaguejava aconselhei otimista:
- Insista, um dia vai dar certo!
Na cozinha e na vida o bom cozinheiro é sempre um aprendiz.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Por uma vida mais simples

“Convicta de que a harmonização e organização dos ambientes contribuem para diminuir os efeitos do caos urbano e da solidão, sempre proponho uma relação afetiva e intima com a moradia, digna de receber mimos que alegrem os olhos e o coração, sem esquecer-se do bolso. Não importa que você ainda não esteja na casa dos seus sonhos, não espere se mudar um dia para transformar a sua moradia num porto seguro e no canto mais gostoso de viver e receber as pessoas que você gosta – A vida passa... E rápido.

Invente e aproveite para descobrir talentos ocultos. Afinal, fique a vontade: a casa é sua e o lugar para onde você deve ter prazer de estar e voltar. Em casa recarregamos as baterias, se mergulha na intimidade, no descanso regenerador.
Seja bem vindo ao
meu blog, e que sua busca pelas boas energias, dicas, idéias tenha muito sucesso!”
Com essas palavras iniciei o blog Casas Possíveis no dia 01 de novembro de 2008 - Eu simplesmente me esqueci da data.

Reforma terminado, metade da minha família faz aniversário em novembro ainda tenho mais dois aniversários importantes (marido e filho em dezembro) filha indo morar fora do país...Não, não ia dar conta de preparar posts, fazer sorteios ou promoções...
No final acho que foi melhor assim.
Entre, fique a vontade e sirva-se de um pedaço de bolo.
Soube da data quando estava aqui matutando sobre o que já tinha sugerido para as comemorações de final de ano, o que já tinha contado, mostrado... Detesto ser repetitiva.
Relendo tudo até aqui, mais a coluna para qual escrevo já há alguns anos, vi que já falei tudo, ou quase. Percebi que não mudei em quase nada sobre quando o assunto é “final do ano”.
Preparativos para férias, crianças em casa, festinhas da empresa, comemorações em família, enfeites e presentes...
É claro que sempre há novidades tentadoras pipocando por toda a parte; - uma receita nova, uma mesa diferente, um presente ou um enfeite inusitado.
But , resolvi que vou continuar optando pelo mais simples e fácil, mais light, mais confortável e se possível mais barato. E já estamos combinados, “barato e descolado”.
Essa é uma receita que tem dando certo, pelo menos para mim, e como já dizia o velho “deitado”, em time que esta vencendo a gente não mexe.
O final do ano esta ai e quer você goste se envolva ou não, a agitação já esta no ar.
Se simplificar vai gostar eu garanto. Então, apenas relembrando tá?!
-não queira fafavô fazer suas compras no mês de dezembro se você não quiser se irritar e passar o final do ano totalmente estressado, esgotado e com raiva do “Papail Noel” que você guardava em tão alto estima.
-Planeje-se para ontem: Não adie a arrumação, limpeza e organização, transferindo a angústia para o próximo mês.
-vai aproveitar para viajar? Hum que delicia... Verifique como anda seu carro.
Vai de ônibus, avião?... Já providenciou as passagens, já reservou hospedagem, seus documentos estão em ordem?
-Vai para a casa de alguém? Hum delicia heim?! Leve alguma coisa. Seja gentil!

Amigo oculto na empresa 
-Mesmo sendo uma festa de final do ano, não deixa de ser uma situação ligada ao trabalho. E você vai encontrar todas aquelas pessoas de novo no dia seguinte. - Não leve nem peça para levar o marido, namorado ou parentes se o convite é só para você.
-Presente: Evite comprar coisas para uso pessoal, a menos que você conheça muito bem a pessoa.
-Se você não gostou do seu presente, nada de careta
-Evite falar de assuntos ligados ao trabalho.
-Não vá de chinelo e muito menos com roupa de festa. Ainda continua sendo local de trabalho.
- Não encha a cara, pois tudo o que disser “de merda” será usado contra você.
Familia
-Família é algo complicado nascemos com uma, e vamos morrer com ela. Não existe família perfeita a não ser nos comercias de margarina e olha lá. Em comemorações como o Natal, por exemplo, em que as famílias se juntam sempre vai ter aquela tia chata, ou uma prima ou primo desvirtuado, e até mesmo um irmão ou um pai que em nada se parece com a gente.
-É quase inevitável rolar alguma situação desagradável, quando pessoas de uma mesma família, se reúne para comemorações desse porte.
É fato. 
-Aprenda a se sair delas com elegância o mais rápido possível.
-A família agradece, o planeta agradece e até você vai agradecer.

Recebendo em casa
Eu sempre tive dificuldade para entender as pessoas que não gostam de festa. Basta me dar um motivo (aniversário, trabalho novo, nhoque da sorte, alguém que vai viajar ou está voltando de viagem, a inauguração de um saca-rolha) para começarem os planos: os amigos a convidar, as melhores comidas para a ocasião, as bebidas no gelo, aquele detalhe especial da decoração, boa música e muito mais...

Desde que me conheço por gente, tudo é pretexto para comemoração em minha família. Até por isso acho que aprendi cedo a não dar tanta importância para o que não tem importância e a simplificar a vida.
Gostar de fazer festa é uma pequena forma de arte. Organizar toda a recepção, desde pensar no cardápio até arrumar as mesas e as flores para enfeitar a casa, é um enorme prazer – que pode ser alimentado dia após dia (minha avó dizia que comer deveria ser obrigatoriamente, um momento comunitário).
Mas essa curtição se torna ainda maior quando existe um “pretexto” para comemorar.
Agora, com licença. Chega de escrever sobre as dores e as delicias das festas. Vou já procurar umas amigas e começar a organizar um jantar. O motivo? Quando estivermos juntas, certamente vamos nos lembrar de muitos

Obrigada a todos pela visita!

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